sábado, 3 de outubro de 2015

AS FRAGILIDADES E OS PONTOS FORTES DO MARKETING NO FUTEBOL






O marketing no futebol ainda é muito recente aqui no Brasil. Apesar de ser tratado de uma ainda de uma forma bastante amadora ( salvo algumas louváveis exceções)  na maioria dos clubes, é possível identificar algumas das fragilidades e também os seu pontos fortes para que ele possa ser desenvolvido de uma forma mais saudável no Brasil :

       Fragilidades.
- O atual momento político do país é preocupante.  Além das altas taxas de juros, uma parte da população economicamente ativa está desempregada e o poder de compra do trabalhador diminui, afetando de forma direta o consumo do torcedor por produtos de seu clube, resultando na pirataria de seus produtos, conforme será falado mais à frente;
- A desorganização do futebol brasileiro e o amadorismo dos nossos “cartolas” que permitem que o calendário seja “inchado”, deixando-o em situação calamitosa, obrigando o clube a se desfazer de seus valores, como o fator mais importante que inibe a participação maior de empresas que investem em esportes;
- Salvo São Paulo F.C. e o Clube Atlético Paraense, os demais estádios de Brasil são arcaicos, sujos e mal conservados, dificultando o seu uso no dia-a-dia;
- As redes de TV que marcam jogo para depois de 22h00min. É perigoso por causa da violência, o trabalhador que levanta cedo dificilmente irá assistir à partida gerando custos maiores do que o recebido nas bilheterias;
- A desorganização do futebol brasileiro e o amadorismo dos nossos “cartolas” que permitem que o calendário seja “inchado”, deixando-o em situação calamitosa, obrigando o clube a se desfazer de seus valores, como o fator mais importante que inibe a participação maior de empresas que investem em esportes;
- Com a falta de craques no Brasil, as novas gerações de torcedores começam a acompanhar mais as ligas européias do que as nacionais, segundo pesquisa feita por profissionais da colônia de férias do Milan, da Itália;
 - Com o enfraquecimento dos campeonatos regionais, muitos grandes clubes perdem sua força em nível nacional, tornando outros tipos de entretenimento substitutos do futebol mais agradáveis e o baixo número de seminários e de cursos para formação de mão-de-obra especializada, facilita a entrada de pessoas despreparadas no segmento;
- De 1983 para cá, a população que não acompanha nenhum time cresceu assustadoramente nos últimos anos, caminhando em passos largos para superar o público que gosta. Aumentando a concorrência do futebol com as salas de cinema, teatro e até mesmo a passeios no shopping aos finais de semana.



Pontos fortes.

 - A imagem do Brasil de revelar craques e bons jogadores de futebol é conhecida no mundo todo, elevando a auto-estima do brasileiro Para ele, nem mesmo o setor siderúrgico é tão rentável, já que no futebol, o retorno pode ser de 30% em cima do que foi investido;
- Apesar de ser muito arriscado, investir em futebol se torna cada vez mais rentável. Vide a entrada ao mercado de futebol de grandes grupos de investimentos principalmente em clubes ingleses;
 - Segundo um levantamento da ABRAL- Associação Brasileira de Licenciamento - existem cerca de 800 empresas licenciadas e mais de 500 licenças distribuídas entre 63 agências licenciadoras no país.  Empresas essas que são responsáveis por diversos empregos diretos e indiretos que geram quase R$ 2,6 bilhões em vendas, com a expectativa de crescimento constante. Isso sem falar dos empregos gerados pelas emissoras que transmite os jogos e pelos demais canais de comunicação.
 - A cada final de semana de futebol no Brasil, em média 18% (31 milhões de pessoas) de nossa população estão envolvidas;
- O público do Futebol é muito diversificado, além de um torcedor mudar tudo na vida, menos o seu time de coração, ele é o esporte mais popular do Brasil e do mundo;
 - O futebol possui dois clientes: A televisão e o consumidor (torcedor); o Brasil é único país campeão mundial em todas as categorias do esporte. Conquistando por cinco vezes a copa do Mundo; o público que acompanha o futebol no Brasil é maior do que quase toda a Europa e com um grande clube podendo ter uma torcida maior do que muitos países possuem de habitantes.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

ADMINISTRAR É PRECISO !



 
Fonte: Blog do JJ 


Começa mais uma vez o campeonato brasileiro de futebol. Esta edição vem, mais uma vez marcada, pelos problemas financeiros que há anos assolam nossos clubes de futebol e se agravam cada vez mais nos últimos anos. O mais curioso se deve ao fato de inúmeros problemas virem se repetindo ao longo dos anos: falta de recursos, êxodo de jogadores, ações na justiça, má administração, etc.
Alguns clubes bem que tentam, mas o alto valor das dividas acaba originando a necessidade de uma mudança na cultura nos clubes e que a sua administração seja feita de outra forma, por isso cito os seguintes exemplos:


Parceria - É como gestão, visa principalmente administrar e explorar a marca do clube, antecipando receitas de marketing e de despesas administrativas.  Em troca, lucros obtidos com patrocínio e negociação de contratos de TV são divididos de forma igual. Outra forma de parceria que tem sido feita nos clubes é a que a empresa contrata o jogador e utiliza o clube como “vitrine” para o seu “produto” e repassa um percentual para o clube em futuras negociações.

Co-Gestão - É um modelo que em muitos casos não interfere no estatuto do clube.  É feito como uma parceria, sendo estruturando uma equipe específica para a gestão de assuntos relacionados ao departamento, que no caso é o futebol.  A equipe é composta por um diretor que desenha o organograma com a definição clara das responsabilidades de cada parte e fortalece a marca da empresa junto ao grande público.  O grande exemplo de co-gestão é o do Palmeiras junto com a Parmalat.   A empresa queria fortalecer sua marca junto ao público brasileiro se aliou ao clube, e começaram a participar em conjunto de tomadas de decisão no departamento de futebol (contratações, administração, etc.) onde além de investir, a empresa divide os lucros com o clube.  Em um caso parecido, houve investimento na região sul (Juventude) e no nordeste (Santa Cruz) de uma forma mais modesta.
  
Fonte: www.torcedores.com

Clube-Empresa – Nada mais é do que o clube responder por suas ações e recolher impostos, como uma empresa qualquer o faz.  Essa transformação sofre uma grande resistência dos dirigentes da maioria dos grandes clubes. Alguns clubes divergem sobre tornar-se empresa, pois a empresa visa apenas o lucro e o grande clube visa títulos, conquistas e formação de grandes jogadores. Outros apontam principais detalhes, pois um clube empresa tem redução de impostos, maior variedade de produtos, diminuição da concorrência, exige a contratação de profissionais, aumento da parceria com empresas internacionais, maior captação de receitas com um conseqüente aumento da torcida e apontam também as principais prevenções: O licenciamento de produtos deve ser feito com empresas devidamente legalizadas (com CNPJ e regularizadas nas leis federais, estaduais e municipais), obtenção de profissionais oriundos da área de marketing, solicitar ao jurídico que sempre acompanhem as negociações e transparência nas negociações com os clientes internos e externos do clube. 

  
FONTE: www.redeglobo.globo.com

Gestão Esportiva Profissional– Ainda é um sonho, mas para a cultura de nosso país, essa é a ideal para os grandes clubes de futebol.  Esse modelo baseia-se no fato de serem administrados como empresa, só que com os benefícios de um clube, muito parecido com o adotado na Espanha por Real Madrid e Barcelona que não são empresas, mas possuem um grande profissionalismo em suas ações. Alguns dirigentes afirmam que a gestão esportiva profissional aliada com a “timemania”, irá capacitar melhor os grandes clubes.
Qualquer que seja o modelo adotado é preciso que se tenha uma mudança de atitudes dos nossos dirigentes. Os grandes clubes não podem mais ser administrados como um hobby ou como um “playground”. Já está mais do que na hora de se rever esse arcaico e já desnecessário amadorismo e, pelo menos, agir e pensar como empresa. 

AS MARCAS LEGENDÁRIAS DO FUTEBOL

A paixão do torcedor pelo seu clube de coração não tem explicação. A lealdade pode ser originada de grandes conquistas, tradição de família ou até mesmo por questões de afinidade. O que liga o torcedor ao seu clube não foge muito a este raciocínio. Quando são perguntados, eles descrevem a sua opinião e falam de sentimentos como: amor, satisfação, felicidade, glória, amizade. Tudo isso me leva a entender e ver os clubes como marcas legendárias.  Esse amor que os torna uma marca de sucesso possui alguns bons exemplos:
1) O que torna um clube que conquistou apenas um titulo nos últimos cinqüenta anos e sua cidade possuindo uma população do tamanha da de Nilópolis na baixada fluminense (RJ) mas, independente disso, possui uma das  maiores  torcida da Alemanha e ainda por cima é um dos clubes mais ricos da Europa? O autor desta façanha é o Schalke 04 da cidade de Gelsenkirchen.  Sua popularidade esta ligada ao fato de vários mineiros já terem  jogado no time , levando o sentimento do clube pelo resto do país. O Schalke possui ainda um dos estádios mais modernos da Europa e uma das maiores medias de publico no mundo;
2) O Barcelona possui sua história  baseada na resistência ao General Franco, tornou-se um dos maiores símbolos contra a sua ditadura. O clube possui o museu mais visitado da cidade (superando o de artistas famosos como Pablo Picasso) e se mantêm quase que exclusivamente da mensalidade de seus sócios sendo também um dos mais ricos do mundo. Mesmo não possuindo uma sala de troféus tão recheada quanto a de seu maior rival, Real Madrid, sua torcida é apontada como um das maiores do mundo com fãs em diversas partes do mundo;
3) Grandes craques ajudam a eternizar os clubes na memória. Falar de paixão por clubes seria impossível sem citar Nilton Santos no Botafogo, Pelé no Santos, Zico no Flamengo, Reinaldo no Atlético, Tostão no Cruzeiro e Sócrates no Corinthians, por exemplo. Apesar de já estarem um bom tempo aposentados, eles se tornaram a referencia para que as novas gerações sigam a antiga e continuem acompanhando os clubes, mantendo assim a paixão acesa;
4) De onde vem a força que o torcedor tem de incentivar o seu time mesmo quando o momento não é dos melhores na historia do clube ? É bom lembrar que Boca e River não atravessam uma boa fase, mas assim mesmo seus torcedores não param de ir aos jogos. Não podemos esquecer a força que Atlético-MG, Palmeiras, Corinthians e o Vasco reencontraram na sua torcida em suas passagens recentes pela série B do Campeonato Brasileiro, aonde inclusive chegaram a bater alguns recordes de público e de venda de seus produtos;

5) Impossível falar de futebol sem citar a camisa mais gloriosa do esporte mais popular do mundo: a Seleção Brasileira de Futebol. Essa camisa que já encantou o mundo, Suécia, Chile, México (1970) e ate mesmo no Haiti é a mais conhecida e reverenciada. Difícil de ter algum lugar em que ela não seja lembrada usada e respeitada.
É evidente amigos que no futebol existem muito mais exemplos de clubes pelo mundo que podem ser considerados sim marcas legendárias. No caso do futebol, elas não estão ligadas a um computador, um carro, uma moto ou, até mesmo, uma cafeteria. Diferente dos bens de consumo, o amor pelo clube é único e sem divisão. O torcedor apaixonado dificilmente mudará de time. Pensando assim, o marketing está cada vez mais voltado para essa paixão. Planos de sócios e a venda de camisas continuam em alta, mas é possível investir ainda neste mercado que vem desenvolvendo vários produtos e acertando outros.

PAPO RETO COM O SERGINHO:

- Se o Palmeiras não reforçar principalmente sua zaga para o ano que vem, correrá um sério risco de ficar no "quase" novamente;

- Finalmente Christianno ( nome pomposo para um futebol tão limitado) foi barrado no Vasco;

- Só um desastre evita o retorno do Botafogo para a série A.

terça-feira, 28 de julho de 2015

OS OUTROS CLÁSSICOS: "Clássico Rei" Potiguar


                                             
 
O ano de 2015 marca o centenário dos principais clubes da cidade de Natal (RN): ABC  F.C ( 29/06/1915)e o seu grande rival América F.C. (14/07/1915)  Ambos possuem 87 títulos do campeonato local. E para homenagear o centenário do “Clássico Rei” do Rio Grande do Norte, hoje a coluna “Os outros clássicos” é sobre o principal confronto potiguar.





O CLUBE DO POVO

“Numa cidade chamada Natal existe um povo chamado ABC”.

(Câmara Cascudo-Historiador Potiguar)

 







O nome ABC foi uma homenagem ao pacto de amizade fraternal, amparado diplomaticamente pelos países Argentina, Brasil e Chile, que visava a cooperação mútua entre esses três países e fora sacramentada com a assinatura do “Pacto ABC”, cuja as letras fazem referência as iniciais dos três países.



O ABC é o recordista de títulos regionais. Possui 52 no total de 96 que disputou ao longo dos anos. Junto com o América-MG é recordista de títulos consecutivos ( 10 conquistas entre 1932/33/34/35/36/37/38/39/40/1941)



Em 2010, o clube conquistou o título mais importante da história do futebol potiguar: O campeonato brasileiro da Série C após enfrentar o Ituiutaba (Atual Boa Esporte) na decisão.



ESTÁDIO “FRAQUEIRÃO” 
  
 FONTE: youtube


Grande orgulho da sua apaixonada torcida, o Estádio Maria Lamas Farache, conhecido popularmente como “Frasqueirão” , foi sem dúvidas um divisor de águas na história do mais querido. Inaugurado no dia 22 de janeiro de 2006, concretizou um sonho da torcida alvinegra: ter uma casa própria. A partir da sua construção o clube conseguiu dar uma reviravolta em pouco tempo. Mesmo não tendo conseguido participar de nenhuma divisão do campeonato brasileiro no ano de estréia do estádio, o time colecionou glórias nos anos que se seguiram. Já no ano seguinte a inauguração ocorreu a vitória mais importante do ABC sobre seu maior rival, o América, por um placar de 5 a 2, levando à conquista do primeiro título “abcdista” no seu estádio. No final do mesmo ano a equipe conseguiu o acesso à Série B, a qual não disputava havia 6 anos. No outro ano o alvinegro potiguar conseguiu o bicampeonato estadual no “Frasqueirão” ao empatar em 2 a 2 com o Potiguar.


JOGADORES HISTÓRICOS
 Jorge Pinheiro, Edgar, Erivan, Lulinha, Marinho Chagas, Nonato, Sabará, Ricardo Oliveira, Danilo Menezes, Marinho Apolônio, Dequinha, Sergio Alves, Jorge Demolidor, Robgol, etc...




ORGULHO DO RIO GRANDE DO NORTE

 

Na época que os clubes surgiam no Brasil era comum se adotar o nome do território qual o clube pertencia, seja ele o nome do bairro, cidade, estado, no caso do América, foi atribuído esse nome em homenagem ao continente ao qual faz parte. As cores do clube, presentes no escudo e na bandeira oficial, são vermelho e branco. Suas cores iniciais eram azul e branco.
Seu título mais relevante é a Copa do Nordeste de 1998. Dos clubes potiguares, é o com mais participações na Série A do Campeonato Brasileiro, destaca-se por ter sido o primeiro vencedor estadual em 1919, e por ser o único do Rio Grande do Norte a participar de uma competição internacional, a extinta Copa Conmebol. Possui ainda 35 títulos do campeonato potiguar.

ESTÁDIO “MACHADÃO” QUE VIROU “ARENA DAS DUNAS”



O estádio Machadão (Estádio João Cláudio de Vasconcelos Machado, em homenagem ao ex-presidente da Federação Norte-rio-grandense de Futebol.) foi demolido entre 21 de outubro de 2011 e 25 de novembro do mesmo ano. No seu lugar, foi construída a Arena das Dunas, com vistas a realização da Copa do Mundo FIFA de 2014 na cidade. Em 26 de Janeiro de 2014, o América de Natal fez a inauguração da Arena das Dunas em uma partida válida pela Copa do Nordeste, o clube rubro venceu o Confiança pelo placar de 2 a 0. O primeiro gol da Arena foi marcado pelo zagueiro Adalberto.
JOGADORES HISTÓRICOS

Moura,Souza, Rodrigo Tabata, Joel Santana, Andrey, Fabiano, Max, Isac, Paulinho Kobayashi, Sandro Hiroshi, Mazinho, Rodrigo Pimpão, Derlei, Paulo Isidoro, etc...


  CONFRONTOS DO CLÁSSICO REI

VITÓRIAS DO ABC             - 151 e 583 gols

VITÒRIAS DO AMERICA     - 148 e 541 gols


EMPATES                           - 148


CURIOSIDADES:
- Contava-se que a maior goleada entre ABC e América aconteceu em 14 de outubro de 1945, quando, pelo campeonato estadual, o alvinegro aplicou 8 a 1 no seu maior rival. Viana descontou para o América. Mais recentemente, o pesquisador e estatístico Marcos Trindade noticiou que a maior goleada do Clássico Rei, na realidade, aconteceu em 21 de agosto de 1935, também pelo campeonato estadual, quando o alvinegro aplicou um sonoro 8 a 0 no América;


- Os pesquisadores do futebol no RN consideram como o primeiro clássico disputado em solo potiguar, o ABC x América de Natal que foi jogado no dia 26 de setembro de 1915, num campo improvisado onde hoje fica a praça Pedro Velho (praça Cívica), na época chamada de Vila Cincinati. Os dois clubes haviam sido fundados poucas semanas antes. O resultado foi uma goleada do ABC por 4 x 1;

- A partida com maior número de gols anotados na história do Clássico Rei foi válido pelo campeonato estadual de 1933. Esta partida ocorreu no ano posterior, na data de 15 de Abril de 1934, sendo a final do referido campeonato. A partida terminou 6 a 4 para o alvinegro;
- A maior invencibilidade no clássico em jogos oficiais é do América. Entre os anos de 1980 e 1983, o clube alvirrubro ficou 24 partidas oficiais sem perder para seu maior rival;

- Marinho Apolônio com   23 gols  é o maior goleador pelas duas equipes, Baíca com 15 gols é o artilheiro do América e Sergio Alves com 14 gols o maior artilheiro abcdista no clássico ( computados a partir do profissionalismo em 1950);

- O gol mais rápido do Clássico Rei, e um dos mais rápidos da história do futebol, foi marcado por Didi Duarte, meio-campista do América, no clássico do dia 15 de abril de 1981, em jogo válido pela Taça Cidade do Natal daquele mesmo ano. O gol aconteceu aos 5 segundos de partida. O confronto terminou 1x1.







sexta-feira, 24 de julho de 2015

"Morteiro de doze"


Desenho: @jugger_guns

Dúvida 1
Alguém é capaz de afirmar que Eurico Miranda e Juninho Pernambucano brigam mais pelo Vasco do que por motivos pessoais?


Memórias do cárcere
O ex-presidente da CBF José Maria Marín recebeu ofertas de trabalho do presídio suíço onde ele se encontra encarcerado. Os oferecimentos de trabalho seriam para etiquetagem de correspondências ou como ajudante de cozinha. Os ganhos previstos seriam de R$ 60,00 por dia. Até agora não houve qualquer notícia sobre aceitação ou recusa do ex-mandatário. As questões principais são: 1º) Será que o Marín não mandaria todas as encomendas para o seu próprio endereço? 2º) Quem comeria algo que o ex-chefe da CBF ajudou a preparar?
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Convite restrito
Imagine que algum cidadão seja convidado para um jantar importante. Só que esse convite determinaria que esse mesmo cidadão se retire imediatamente após sua última garfada, não tendo direito à sobremesa ou ao papo pós-refeição. É assim que acontece aos clubes do México caso levantem o título da Taça Libertadores da América. A sobremesa ou o papo pós-refeição seria a vaga no Mundial de Clubes da FIFA. A principal desculpa é que os representantes do país da América Central disputam a Concachampions, que já lhe garantiriam a vaga para o Mundial.
Os times mexicanos disputam a Libertadores da América há dezesseis anos. Sempre tiveram boas participações no torneio. E nem sempre eles mandam os seus melhores jogadores para a disputa. Em algumas vezes, a ordem é priorizar o torneio local ou o campeonato nacional.
 A final entre Tigres e River Plate marcará a terceira vez em que eles chegam a uma final (não venceram as outras duas com Cruz Azul e Chivas Guadalajara). Já era hora de dar aos times do México a possibilidade de sentar na cabeceira da mesa. Ou seria hora de eles solicitarem esse lugar na mesa, uma vez que a Concachampions não oferece nenhum desafio técnico para o futebol mexicano. Vale lembrar que eles venceram as sete últimas edições do torneio. Um exemplo para os dirigentes mexicanos seria a Austrália, que, não vendo qualquer tipo de benefício e crescimento para o esporte, solicitou a migração para a competição da Confederação Asiática de Futebol, bem mais desafiadora para a seleção australiana. Resta saber é se a Conmebol aceita mais um no bando.
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Do meio para a frente
O Flamengo tem Everton, Ederson, Guerrero e Emerson; o Fluminense, Cicero, Ronaldinho, Osvaldo e Fred; No Vasco, segundo Eurico Miranda, o maior reforço para a temporada é ele mesmo. Será que o monarca vascaíno sabe finalizar, fazer assistências ou lançamentos primorosos? Pelo menos sabemos que ele chegou ao Vasco sem o auxílio de empresários ou de melhores momentos em DVD.
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Camisas
Carlitos Tevez reestreou pelo Boca Juniors no dia 20 de julho, contra o Quilmes. Antes disso, entre os dias 15 e 20 de julho, o clube argentino teve um aumento de 300% nas vendas de sua camisa oficial.
A chegada de Paolo Guerrero ao Flamengo gerou uma subida de 60% nas saídas das camisas rubro-negras.
Contratado recentemente sob o signo da desconfiança, Ronaldinho Gaúcho fará, possivelmente, seu primeiro jogo no 1º de agosto. Não há nenhuma movimentação fenomenal de vendas digna de nota até aqui.
Lembrando ainda que uma camisa oficial do Boca tem preços que variam entre R$ 297,00 (comum) e R$ 325,00 (personalizada), enquanto que as camisas de Flamengo e Fluminense saem, respectivamente, por R$ 249,90 e R$ 229,99. E só as camisas personalizadas com o nome de Tevez venderam 55% do montante. Faltam ídolos que justifiquem os preços altos de Adidas, Nike, Penalty, Under Armour, etc. E a justificativa econômica não cabe aqui nessa questão, pois os argentinos vêm sofrendo os efeitos da crise há muito mais tempo que nós. O problema mais claro é a desmotivação que o futebol brasileiro vem gerando. Basta ver que o maior impulso dos flamenguistas foi a contratação de um peruano e que os maiores sucessos dos últimos anos vêm sendo os argentinos e os chilenos (Conca, D`Alessandro, Aranguiz, Valdivia, etc).  
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Predador mexicano
O Internacional armou um timaço e o poupou para a Libertadores, certo? Foi eliminado pelo Tigres em um passeio. Até quando os clubes vão entrar nessa furada de achar que é melhor poupar jogadores para competições teoricamente mais importantes? A verdade é que agora o Internacional está no meio da tabela e com um elenco que pode estar em debandada. E sabem o que é mais engraçado? Como preparação para os jogos contra Inter, o Tigres deu vinte dias de férias, fez apenas uma semana de treinos físicos e jogou com jogadores contratados recentemente. O francês Gignac, ex-Olympique, e Damm, ex-Pachuca, por exemplo, que foram decisivos, eram dois desses atletas. E ainda tinha Juninho, ex-Botafogo e ex-São Paulo, voltando de uma lesão depois de cinco meses. O errado é que deu certo.
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Copa Sul-Minas
Como protesto aos desmandos da Federação Carioca de Futebol, Flamengo e Fluminense confirmaram que disputarão a Copa Sul-Minas. Só resta saber como farão para levar o Maracanã na mudança.

André Lima

@harpiaharpyia
uiruuete@hotmail.com

segunda-feira, 6 de julho de 2015

SOS FUTEBOL BRASILEIRO




O futebol brasileiro está muito mal e respira com ajuda de aparelhos. A goleada da seleção alemã ano passado e a recente eliminação para a limitada equipe paraguaia deixam bem claro que ficamos para trás e que muita coisa ainda está errada e pelo visto não irá mudar.

Jogadores extremamente mimados, ingratos, descompromissados e oportunistas...este é o panorama que temos nos últimos anos. O atleta se preocupa com corte de cabelo (quanto mais ridículo, melhor), gastam mais energia com as já batidas “dancinhas” para comemorar gols do que para aprimorar mais os fundamentos, farras e bebedeiras que geralmente comprometem o desempenho em campo. Muitos se acham um verdadeiro deus e tem a certeza que estão acima do bem e do mal, que podem fazer o que bem entendem.

Com a “lei Pelé” (diga-se de passagem “batizou” a lei, mas não tem nada com isso) muitos clubes que tradicionalmente formavam grandes jogadores esquecem sua base. Cada vez perdem jóias a serem lapidadas partem mais cedo para o mercado externo (foi-se o tempo que “apenas” a Europa era uma ameaça. China, Rússia e mundo árabe cada vez contratam mais) e com isso deixam os clubes com os menos talentosos para desenvolver por aqui. O resultado nós vemos nas partidas das nossas quatro principais divisões, com o nível despencando a cada ano que passa.

Buscando alternativas para melhorar um pouco o nível, alguns clubes contratam reforços nos países vizinhos. Com um pouco de sorte, alguns obtêm sucesso no investimento e acabam amenizando um pouco a mediocridade que impera há bastante tempo em nossos gramados. Quando falta técnica, sobra vontade, raça e disciplina tática para os “gringos”.

Outro erro gritante é o habito de trazer jogador veterano ou em final de carreira que exige um salário de nível europeu, mas vem para jogar um futebol de nível asiático. E o pior de tudo é que os clubes aceitam e ficam sem saber o que fazer para salvar ou melhorar o time e o que era para ser uma solução cria um novo problema.

Não vejo “luz no fim do túnel”. Os poucos bons jogadores que temos já estão entrando em uma fase da carreira para começar a pensar seriamente em aposentadoria. Para que o futebol brasileiro como um todo volte a crescer, é necessário um esforço coletivo. Clubes, Federações e a CBF remando para o mesmo lado objetivando o mesmo interesse: O renascimento do futebol brasileiro.






PAPO RETO COM O SERGINHO

- Torci para a seleção do  Chile ser campeão porque sempre achei muita sacanagem no futebol seleções inferiores como Bolívia e Peru terem tido a oportunidade de vencer e eles não;

- Mais da metade das pessoas que torceram contra a Argentina não sabem nem o por que não gostam deles. É o “modinha / simpatizante” em ação;

- A FIFA sendo desmascarada mundialmente e com diversos presidentes de confederações sendo presos ou envolvidos em corrupção. E se você ainda acha que o futebol brasileiro não tem nada disso, entendo que vc acredita em coelho da páscoa, papai noel, na mula sem cabeça e que veio para casa dos seus pais no bico de uma cegonha;

- Esse negócio de “o respeito voltou” só funcionou bem até a terceira página;

- Quem é o padrinho do John Cley, Cristiano e do primo do Messi?





sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Quem não for Flamengo vai...


Antes de mais nada deixe-me dizer algumas coisas importantes para se ler esse post. 1º - Sou Botafoguense. 2º - AMO futebol. 3º - Não sou idiota a ponto de detestar uma instituição de renome e grandiosa história como o Flamengo.

Agora vamos ao que interessa: Nas últimas semanas a única coisa que vejo ser criticada de verdade e que já está me enfurecendo tem sido essa estrondosa polêmica sobre o preço dos ingressos do Campeonato Carioca. Não bastasse parecer uma implicância besta da "imprensa especializada" (tenho medo de usar essa expressão, principalmente nesse momento), mais me parece um ataque ao polêmico e tão "benquisto" presidente do Clube de Regatas Vasco da Gama. Concordo que a pífia ideia de ter ingressos mais baratos para melhorar o público foi de Eurico Miranda, mas não concordo com o posicionamento adotado tanto por clubes quanto por certos senhores que se julgam comentaristas de alguma coisa (aqui não me incluo, visto eu ser um mero mortal e mísero blogueiro).

Estou de acordo que a FERJ (Federação Carioca de Futebol) é uma instituição nebulosa e que possuí um método subversivo para enriquecer as custas dos clubes, sobretudo os quatro grandes (Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco). No entanto, esse alvoroço contra a federação parece só ter sido motivado por mais um problema que poucos querem enxergar: a administração do Maracanã por uma empresa que nada acresce ao futebol. Tirar o lucro de Flamengo e Fluminense (por vezes até me esqueço que o Fluminense também está sendo prejudicado, em vias de que só vejo esse problema ser vinculado ao rubro-negro) parece ter sido o grande problema e não as tantas outras questões que se acumulam na má gestão dessa instituição que chamamos de Federação Carioca de Futebol.

Devo lembrar que durante o processo de licitação do Maracanã o próprio Flamengo foi um dos primeiros a fechar acordo com o consórcio do Maracanã e se orgulhava de ter um contrato que permitiria lucros exorbitantes, mas depois de alguns jogos pediu para renegociar o acordo, visto que estava tendo prejuízos mesmo com grande público presente.

Também devo lembrar que a mesma revolta não foi alimentada pela imprensa e nem mesmo pelos digníssimos "comentaristas especializados" quando o Estádio João Havelange (Engenhão), de posse do Botafogo, foi fechado devido a um laudo de uma empresa alemã, onde a estrutura da cobertura estava comprometida e poderia vir a baixo com qualquer ventania. O estádio recém construido pela Prefeitura do Rio de Janeiro passou alguns meses fechado e sem sequer sinais de obras, resistiu à pelo menos duas tempestades com ventos fortíssimos e não caiu, tendo os primeiros casos de desabamento de estrutura apenas no final das extensivas obras (que parecem não ter fim e nunca terminam nos prazos estabelecidos).

Curiosamente, o Engenhão seria fechado em 2013, na mesma época em que começava a licitação para a administração do Maracanã e que havia um contrato estabelecendo a necessidade de acordo com pelo menos três clubes para ser válida a licitação de um consórcio administrativo do estádio. Sendo assim, mesmo tendo custos absurdamente menores de realização de jogos tanto para o Botafogo como para os demais clubes do RJ, o Engenhão saía de cena e deixava o Maracanã como única opção de estádio de grande porte para realização de jogos da Libertadores da América e do Campeonato Brasileiro. Uma coincidência no mínimo esquisita e sem alarde midiático.

Para encerrar a questão ainda foi preciso que o Governo do Estado interferisse, o que mostra mais uma vez que há uma forte necessidade de que o consórcio do Maracanã seja demasiadamente lucrativo. (Tenha paciência!)

O Campeonato Carioca por si só já se mostra ridículo há alguns anos. Tanto pelos péssimos investimentos dos clubes menores, que não conseguem mais figurar nem como azarões; ou pelos pífios investimentos e gestão dos clubes grandes, que montam equipes fracas em demasia; e até mesmo por esse regulamento estapafúrdio e absurdo, onde o campeão Carioca pode alcançar esse feito com quatro empates (RIDÍCULO).*

Não posso dizer que estou me inserindo nessa questão para defender a FERJ (Longe disso, absolutamente) ou para tomar partido contra o Flamengo. Porém uma realidade é inegável. Os clubes deveriam tratar o Campeonato Carioca como uma pré-temporada e uma festa de encontro com seus torcedores e levar o Brasileiro à sério, com respeito ao sócio-torcedor e toda a pompa. Pagar R$ 40 para ver Botafogo x Macaé, Flamengo x Cabofriense, Fluminense x Boavista ou Vasco x Madureira é surreal e com toda certeza afasta o público dos estádios.


*Segundo o regulamento os melhores colocados no primeiro turno (Taça Guanabara) têm a vantagem do empate na fase final do torneio (Taça Rio), disputada em duas fases: semifinal e final.


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

JÁ FOI TARDE !



 

E finalmente o que temíamos aconteceu: para que Adilson Batista fosse embora seria preciso algo vergonhoso e ainda mais inaceitável fosse preciso acontecer: Ser goleado para também limitado Avaí por sonoros 5x0. Poderíamos ficar aqui dias levantando questionamentos pelos motivos que levaram o técnico à não conseguir fazer o time convencer desde que assumiu, mas alguns pontos não se podem deixar passar:

- Ou escala mal ou mexe ainda pior no time. Não foram poucas às vezes que foi possível ver o que um jogador atuando fora de sua posição (atacantes jogando pelos lados, zagueiros atuando de lateral ou até volantes armando jogada) o que atrapalha ainda mais o já limitado elenco. Isso sem falar das trocas estapafúrdias que em diversos jogos atrapalharam o  rendimento da equipe ( como gostava de deixar jogador que estava mal tecnicamente e tirar quem estava atuando pelo menos de forma correta...);

- Sabemos que existem jogadores que são protegidos ou apadrinhados por algum empresário ou dirigente, só que permitir ou ser conivente que em seu elenco jogadores como Diogo Silva, John Cley, Biteco, Marlon, André Rocha, Lucas Crispin, Pedro Ken entre outras aberrações é saber que vai trabalhar no limite o tempo todo. Falta além de talento, vontade e raça nestes citados “jogadores”. E como “prêmio” pela mediocridade  que sempre apresentam, o ex-técnico sempre fazia questão de os utilizar...e o pior: NUNCA deram um retorno positivo nas diversas vezes que em campo estavam;

- Faltou padrão tático. Por diversas vezes o time era um amontoado ou um bando. Não foram poucas partidas as quais o time até iniciava jogando bem e após conseguir fazer o gol passava a se defender como um time pequeno. Por diversas vezes o castigo veio sofrendo empate ou viradas em jogos que eram possíveis de terem sido vencidos. Inclua isso ao excesso de mudanças que o time sempre tinha na formação dos 11 titulares que dá para ter uma noção exata do quanto ele era enrolado;

 

- Adilson passou em clubes como Cruzeiro, São Paulo, Santos, Figueirense, Grêmio entre tantos outros. Mas em nenhum deles os torcedores sentem saudades ou lembram de algo positivo que ele tenha deixado.

É possível afirmar que um técnico tão limitado e conservador nunca terá um grande futuro nos times grandes do país. Falta a ele noção de tática e planejamento, condições essenciais para um bom treinador de futebol. Adeus, Adilson Batista. Até nunca mais!


PAPO RETO COM O SERGINHO :

1) Alguém achou mesmo que o Juninho Pernambucano iria aceitar ser técnico do Vasco ainda mais com todo este clima eleitoral que temos em São Januário? Além da falta de preparo para ser técnico, assumir responsabilidade nunca foi o forte dele;

2) Cai algum técnico no Rio de Janeiro e lá vem Joel Santana se oferecendo para ser o “salvador da pátria” do momento. Depois  fica no máximo até o estadual do ano seguinte;
3) Se Roberto Dinamite for eleito deputado estadual, o torcedor vascaíno vai passar definitivamente o seu atestado de burro. Não deixar que um dos deputados mais ausentes se mantenha na alerj  é mais uma forma de mostrar a insatisfação;

4) Se o Douglas tivesse a vontade do Guiñazu ou o argentino a habilidade do camisa 10, ambos seriam jogadores de nível Barcelona;

5) A coluna de hoje contou com a colaboração do meu amigo e compadre José Roberto Rodrigues.

sábado, 9 de agosto de 2014

OS OUTROS CLÁSSICOS DO BRASIL: CA-JU


                                                       
                                 
                                                          FONTE: www.todacancha.com

 Nesta semana foi dia de clássico na cidade de Caxias do Sul- RS. Considerada a segunda maior rivalidade do Rio Grande do Sul,  Juventude e Caxias se enfrentaram no tradicional CA-JU (número 275). E aproveitando a ocasião, este será o tema de “Os outros clássicos do Brasil”


E.C. Juventude: A “papada” sempre orgulhosa.

Foi fundado em 29 de junho de 1913, é uma das agremiações mais vitoriosas do futebol gaúcho.
A nível nacional, o Juventude foi o primeiro e único clube do interior do Rio Grande do Sul a conquistar a Copa do Brasil, em 1999. Também conta no seu currículo com o título do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B de 1994. Já pelo campeonato estadual, geralmente tem boas campanhas, e foi coroado com o título do Campeonato Gaúcho de Futebol no ano de 1998. Foi ainda, o primeiro e único clube do interior do Rio Grande do Sul a disputar a Libertadores da América, no ano 2000. O clube ainda conquistou 24 torneios citadinos.
                              
                                            FONTE: www.juventude.com.br

ÍDOLOS E DESTAQUES: Lauro, Mario Tilico, Luiz Felipe Scolari, Naldo, Tiago Silva, Maurílio, Mendes, Sandro Sotilli, Rodrigo Gral, Itaqui, Antônio Carlos, Cafu, Dante, Mabília, Alex Alves. 

ESTÁDIO: O Estádio Alfredo Jaconi é a casa do Esporte Clube Juventude. O nome é uma homenagem ao senhor Alfredo Jaconi que foi jogador, treinador e dirigente do clube durante as décadas de 30 e 40. Antes de sua construção o estádio chamava-se Quinta dos Pinheiros, o que perdurou até o ano de 1974, quando foi demolido.
O novo estádio - com a denominação Alfredo Jaconi - foi inaugurado em 23 de março de 1975, diante de 25.000 espectadores, numa partida em que o Juventude empatou com o Flamengo por zero a zero. O estádio da Papada, após reformas para aumentar o conforto e a segurança dos torcedores, tem capacidade atual para 23.726 espectadores. O recorde de público 27.740 pagantes foi em um jogo contra o Grêmio em 26 de novembro de 2002, pelas oitavas de final do Campeonato Brasileiro da Série A                                                     
                                             FONTE: www.globoesporte.com

S.E.R. Caxias: O “falcão grená”
O Caxias foi fundado em 10 de abril de 1935, numa fusão dos clubes Rio Branco e Ruy Barbosa, com o nome de Grêmio Esportivo Flamengo
As circunstâncias que envolveram o surgimento do Grêmio Esportivo Flamengo (atual Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul) estão diretamente ligadas ao seu mais tradicional rival. Germano Pisani, presidente do Rio Branco, procurou o presidente do Ruy Barbosa, Sílvio Toigo e propôs uma fusão entre os clubes. Eles pensavam que se unindo forças iriam ter condições de enfrentar os maiores rivais, especialmente o Juventude

                      
                                                        FONTE: www.skyscrapercity.com

Foi em 2000, que o Caxias brilhou após conquistar seu primeiro estadual, vencendo todas as maiores equipes do estado. Após fazer 3 a 0 no Grêmio em casa e empatar fora. Com uma brilhante defesa de penalidade batida por Ronaldinho Gaúcho e defendida por Gilmar, decretando a explosão de alegria grená em pleno Olímpico. Em 2001, o Caxias chegou bem perto de retornar para a 1a Divisão, terminando em 3º lugar (classificavam-se 2 clubes) na Série-B. Foi desclassificado após jogo tumultuado contra o Figueirense, em Florianópolis (SC), quando a partida terminou antes do tempo regulamentar devido a uma invasão da torcida local. No ano de aniversário dos 70 anos do clube (em 2005) não houve muito o que comemorar, porque foi rebaixado ao Campeonato Brasileiro Série C em 2006, em 2006 nesta vez na Série C o clube foi eliminado precocemente repetindo isso em 2007. O clube possui ainda 5 conquistas de Citadinos. 

ÍDOLOS E DESTAQUES: Washington, Américo Pagot, Gil Baiano, Luiz Felipe Scolari, Tite, Jajá, Edenilson, Bebeto, Cedenir e Jerônimo. 

ESTÁDIO:
O Estádio Francisco Stédile, mais conhecido como Estádio Centenário é um dos maiores do Brasil. Serviu de passaporte para a entrada do Caxias para a Série A do Campeonato Brasileiro do ano de 1976.
Foi construído em apenas seis meses, com uma capacidade que passa de trinta mil pessoas, com cadeiras, camarotes, arquibancadas e cabines de imprensa. Foi inaugurado em um jogo contra o Internacional, em que o Caxias venceu por 2 á 1. Os refletores foram inaugurados pouco depois numa partida com o Palmeiras, que terminou empatada.

                                   

CURIOSIDADES DO CLÁSSICO:

- Diante de uma crise financeira, o Flamengo uniu-se ao seu maior rival, o Juventude, originando, no dia 14 de dezembro de 1971, a Associação Caxias de Futebol. A entidade, que usava uniforme nas cores preto e branco, teve Cláudio Eberle como seu primeiro presidente. Quatro anos depois, o Juventude desfez a sociedade e voltou ao futebol. O Flamengo continuou como Caxias, mas com o nome de Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul e com o uniforme grená, azul e branco;

- No ano de 1951, foi inaugurada a Baixada Rubra (hoje o Centenário) e com o passar dos anos, novas obras foram sendo acrescidas. O cercamento do campo com tela - uma novidade, porque até então só existia o parapeito, de madeira, a construção das primeiras arquibancadas;

- O termo “Papada” surgiu na década de 1920, primeiro como uma gozação por parte da torcida adversária, que alegava que os torcedores do Juventude só tinham "papo" e muito pouco futebol. Assim, não demorou muito para que os torcedores virassem a história a seu favor e adotassem orgulhosamente a denominação, que perdura até hoje;



ESTATÍTICAS DO CLÁSSICO

                               FONTE: www.impedimento.org


VITÓRIAS DO JUVENTUDE
97
VITÓRIAS DO CAXIAS
88
EMPATES
90
GOLS DO JUVENTUDE
387
GOLS DO CAXIAS
358













sexta-feira, 25 de julho de 2014

A MARCA DO GÊNIO

                                          
                                   
                                    FONTE: Revista PLACAR



Aproveitando a oportunidade que a Copa 2014 nos trouxe em relação a quem foi melhor no embate Pelé x Maradona, busquei em meus arquivos um texto que fiz sobre Pelé que foi genial dentro e fora das quatro linhas. E compartilho agora com os amigos.

Como jogador, incomparável e usando sua marca um verdadeiro show de competência e sucesso. O nosso Rei do futebol é um grande exemplo de que uma marca pode chegar à maturidade e mesmo assim se renovar e ser destaque por muitos, o que no seu caso já passa dos cinqüenta anos. Não existe produto ou marca que tenha dado tanto retorno como Pelé deu ao senhor Edson Arantes do Nascimento.
Além da habilidade com a bola, outros fatores que contribuíram para deixar a marca ainda mais forte e inabalável:

- Pelé é uma das figuras mais conhecida no mundo. Em uma pesquisa realizada, seu nome foi um dos mais lembrados, perdendo apenas para o Papa João Paulo II, o rei do Futebol é mais conhecido e famoso do que diversas celebridades e chefes de Estado espalhados pelo mundo. Ainda de acordo com o site da CEV[1][1]: “A International Advertising Association, arriscou-se a comunicá-lo que seu rosto é imbatível em número de aparições em peças publicitárias em todo o mundo, dando-lhe, informalmente, um atestado de “Garoto-Propaganda do Século””;

- Além de ser a pessoa mais conhecida no mundo, no Brasil a imagem de Pelé é associada a: saúde, sucesso, simpatia e riqueza de acordo com Paulo Nassar, diretor-executivo da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial;

- Devido sua fidelidade às marcas, Pelé sempre passou confiança as empresas que exploram sua imagem, que Quando vinculada a um produto existe um crescimento na vendas (segundo o instituto Datafolha. “A presença do Pelé em um filme publicitário alavanca o recall em no mínimo 20%”) e também o fato que ele sempre cumpriu seus contratos até o final;
 - O “Café Pelé” é uma das marcas mais vendidas na Rússia;
 - O “Brasil Econômico”[2] cita ainda dados do Corriere dello Sport, segundo o qual Pelé ganha US$ 18 milhões por ano emprestando sua imagem a produtos, na mesma faixa de Lionel Messi, da Argentina, e Kaká, que ainda jogam futebol.

Meus amigos fanáticos, se eu for ficar aqui falando de todos os benefícios que a marca Pelé agrega para a divulgação e venda de um produto, com certeza chegarei bem perto da marca do milésimo benefício que as empresas irão ter. Fica também o exemplo para os novos jogadores de: profissionalismo, respeito com os fãs e com os patrocinadores. Dentro e fora dos campos, Pelé é um gênio e isso não tem o que discutir.
  
PAPO RETO COM O SERGINHO

1)    Pelé é extraordinário em quase tudo, mas concordo com Romário quando ele disse que “ele calado é um poeta”;

2)  As duas únicas coisas que Pelé e Maradona tem em comum é o fato de terem renegado a paternidade e o fato de falarem merda. No restante Pelé é disparado melhor. Maradona fica uma "carreira" de distância.

3)  Sou fã do FUTEBOL argentino. Mas abomino os argentinos que fizeram insultos racistas ou xenofobia da mesma forma que não gosto do babaca daqui da região sul/sudeste que desrespeita o negro e o nordestino...




[1][2] www.brasileconomico.com.br