quarta-feira, 23 de julho de 2014

RECORDAR AINDA É VIVER


Os clubes brasileiros vivem um momento diferente. Com a escassez de grandes jogadores, promessas indo cada vez mais jovens para a Europa e a conseqüente queda de qualidade dos grandes times do Brasil, os torcedores cada vez mais se apegam ao passado de glórias e conquistas antigas dos clubes. Para reverenciar esse passado de títulos e ídolos, as Camisas “Retrô” se tornam a grande moda do momento.
Criando uma linha exclusiva de produtos para seus ídolos, que ainda se encontram vivos, o Botafogo F.R. saiu na frente e vem periodicamente homenageando seus craques do passado como: Nilton Santos (camisa recordista absoluta de vendas), Paulo César Caju, Jairzinho, Mendonça e mais recentemente Maurício (autor do gol do titulo estadual de 1989 depois de 21 anos de espera). Além do bom retorno financeiro, os novos alvinegros passam a ter uma referência maior sobre o passado do clube.
Alguns clubes e suas fornecedoras preferem fazer referencias a seus grandes times que foram montados na história. A nike fez isso com o C. R. Flamengo e o S.C. Corinthians e jogaram com camisas que levam os mais velhos a relembrar o seu passado recente, o primeiro usou o uniforme que homenageava o time de 1981 (auge do clube) e atualmente um modelo relacionado ao que o clube usou na década de 1970, já o segundo teve o lançamento da réplica da camisa de 1977 ( fim do jejum de títulos) e de outro modelo relacionado ao da década de 1980. No ano de seu centenário, o Atlético reeditou modelo de antigos uniformes e vem jogando com ele em diversas partidas no campeonato Brasileiro deste ano. 


 FONTE: globoesporte.com


Apenas para relembrar o passado, muitos clubes lançam as suas réplicas. O São Paulo possui um kit com os três modelos de camisas usados nas conquistas das duas Copas Toyota e no Mundial da FIFA. O Grêmio F.B.P.A. possui uma camisa que homenageia o time de 1983 e o C.R. Vasco da Gama possui diversas camisas entra elas, a que homenageia os times de 1948 e a replica da camisa que Pelé usou em alguns amistosos no clube em 1957. Já o Fluminense F.C. relançou na época de seu centenário o seu primeiro modelo de camisa que nada tinha haver com as atuais cores do clube.
Hoje temos também graças a internet como relembrar ou até mesmo conhecer grandes times de clubes estrangeiros. Em diversos sites você pode ver a réplica da camisa que Maradona usou no Napoli, a camisa do time do Ajax tri campeão da Europa, a camisa do Milan de Gullit e Marco van Basten , times Sul Americanos como River Plate, Boca Juniors e Peñarol tem suas camisas também facilmente encontradas alem das seleções como Brasil, Uruguai, EUA, Cuba, URSS , Argentina, etc. Eu só não sei esse elas são reconhecidas e licenciadas, a conferir.


A moda Retrô ganha uma força cada vez maior. O brasileiro sempre chamado de um povo de “memória curta” e que não reconhece seu passado, vem se interessando cada vez mais em resgatar os grandes momentos dos clubes e semeando assim nas novas gerações de torcedores uma esperança de que os bons tempos podem voltar, e assim manter vivo o amor pelos clubes por mais uma geração.


Uma ótima semana para todos.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

ENGOLE O CHORO !



Como não sou fã da nossa seleção de futebol (gosto, e muito, da confraternização com amigos e familiares durante os jogos. Do time faz tempo que não), consegui assistir ao passeio que a equipe levou ontem dos alemães. Confesso que desconfiava de uma vitória dos europeus até com certo conforto no placar, mas 7x1 foi vexatório e só não foi mais por que resolveram poupar os brasileiros de vergonha ainda maior. Mas vamos aos fatos: 2014 agora é passado e mais do que nunca é preciso pensar em 2018 (Rússia) em diante. Mais importante do que apagar o ridículo papel feito em casa é resgatar o futebol que já foi referencia para o mundo.

O QUE DEU ERRADO? 

- Ter ficado quase 3 anos com um técnico inexperiente e fraco como Mano Menezes certamente atrapalhou. O que não tira a responsabilidade dos dirigentes que marcavam inúmeros amistosos contra seleções fraquíssimas em troca de alguns dólares fazendo excursão pela Europa (tivemos mais jogos do Brasil em Londres do que em seu próprio país nos últimos anos);

- Jogadores extremamente mimados e desde cedo se achando craques fora de série. Comentários como “não tenho que prova mais nada para ninguém” de jogadores que mal começaram a carreira e tem no Maximo um ou dois títulos é preocupante. Tem também os que vem tendo mais destaques fora do que nas partidas de futebol como nos casos de Hulk (mais falado por conta de sua “bunda” do que por uma grande atuação) e Daniel Alves (Lembram muito mais dele no comercial de material esportivo e no caso da banana do que sequer acertando um cruzamento);

- Sou fã do Felipão, mas ter insistido com jogadores que não estavam rendendo como na Copa das Confederações e não ter dado oportunidade para jogadores como Miranda e Filipe Luis. Não soube também encontrar uma forma de fazer a bola chegar no Fred e nem conter o excessivo individualismo de Neymar. A “família Scolari” da vez prefere mais o choro do que a raça, maior técnica e vontade do que em 2002.

O QUE MELHORAR?

- Equipes de alto nível não são formadas em pouco tempo. Os alemães estão neste trabalho faz mais de 10 anos (contando divisões de base), os holandeses jogam juntos também um bom tempo. Até equipes como Chile, Colômbia e a surpreendente Costa Rica servem de exemplo para o Brasil daqui para a frente;

- Como disse o colega Rafael Carnevale, temos no país 12 novos estádios. Com isso é inadmissível aceitar que a seleção continue jogando fora do país sem a pressão do torcedor “apertando o saco” e cobrando um bom desempenho. Quando chegar as eliminatórias, já teremos um grupo mais acostumado a ser cobrado;

- Até como uma forma de tirar os profissionais daqui do comodismo e preguiça, seria muito bom para a seleção experimentar um técnico estrangeiro e renomado. Seria  o inicio da grande mudança que o nosso futebol tanto precisa.


Finalmente a realidade veio a tona. Não somos, isso faz tempo, a referencia de futebol de qualidade de outras épocas. São preciso mudanças sérias e profundas...Desde o fim do monopólio nas transmissões do futebol, preparação de técnicos/jogadores e principalmente na cabeça dos dirigentes. O futebol brasileiro está no fundo do posso e se nada for feito de verdade e com qualidade, para 2018 será ainda pior.




PAPO RETO COM O SERGINHO
                      
1) O mesmo cara que critica quem está vestido com a camisa da Argentina é o babaca que torceu contra o Brasil ontem por conta da camisa;

2) ALERTA LIGADO: Se os costarriquenhos: Bolaños, Campbel, Ruiz e Navas fossem atletas de times aqui do Brasil, certamente seriam craques das nossas competições;

3) CADA VEZ PIOR: Ainda temos fortes emoções pela frente... Semana que vem recomeçam os Campeonatos Brasileiros de Futebol. Certeza de muito mais sofrimento até o final do ano!
4) A torcida do Vasco da Gama já se livrou da fornecedora de material esportivo e agora faltando menos de um mês para eleger outro presidente está na contagem regressiva pela saída do ex-jogador do clube. Só espero que votem certo!!!
5) Mesmo com o jogo ganho bem antes do intervalo, a seleção alemã jogou serio e sem firulas e babaquices desnecessárias. Merecem e muito o título do mundial;


6)
E finalmente, depois de 64 anos, libertaram o anjo da guarda do Barbosa....


O Brasil não sabe perder

"Como explicar o inexplicável?". A pergunta a si mesmo de Júlio César durante a entrevista ao final do jogo deixa lacunas para que possamos pensar. Realmente foi inexplicável a derrota? Alguns vão começar a fazer milhares de teorias e outros irão dizer que os jogadores foram comprados. A verdade é que não houve nada disso. Perdemos na bola. Perdemos porque o nosso técnico Luiz Felipe Scolari foi superado pelo técnico alemão Joachim Low. Perdemos porque sentimos a pressão de estar perdendo uma semifinal em casa por 2 x 0 e não ter em campo nenhum jogador brilhante que pudesse mudar a história. A derrota veio porque tinha que vir. E talvez seja essa derrota nosso maior aprendizado.

O "apagão" brasileiro dentro de campo começou ainda no aquecimento. Ou melhor, durante a preleção, quando Felipão resolveu pela primeira vez ceder ao apelo popular e empurrar o time para frente contra a Alemanha. Ele foi teimoso em manter o esquema tático que usou durante toda a copa. Só se esqueceu que Bernard, por mais talentoso que seja, não chega nem perto da qualidade técnica e do peso que Neymar tem. Além disso, cometeu o mesmo erro que todos os técnicos brasileiros gostam de cometer: montou um time para jogar com e para um craque. Não estou desmerecendo nenhum jogador brasileiro. Acredito na qualidade de cada um deles, embora muito jovens. Mas não foi isso que foi pensado para esse time. Montamos um time com a seguinte premissa: na pior das situações temos Neymar. Ontem não tínhamos Neymar.

Todas as seleções que enfrentaram a Alemanha nesta Copa do Mundo jogaram recuadas, conhecendo o potencial do time bem entrosado de Joachim Low. Apenas duas exceções: Portugal e Brasil. Ambas com o mesmo erro. Ambos os times montados para seus craques.

A Alemanha tem um futebol de superação e de entrega. Seus jogadores, por mais que sejam habilidosos, não jogam para um craque. Eles jogam para um grupo. Fazem o que deveríamos ter feito. Tocam a bola, pensam e são decisivos como grupo e não individualmente.

Felipão achou que conseguiria surpreender o time adversário escalando Bernard para jogar nas costas dos laterais alemães e saindo com velocidade, mas perdeu o jogo e foi humilhado porque perdeu o meio campo para o time mais entrosado e mais bem montado, taticamente. Se começasse o jogo com Paulinho, Willian ou Ramires, suas chances seriam evidentemente maiores. Talvez perdêssemos, talvez a torcida reclamasse que o time se acuou, mas teríamos ao menos uma chance de conseguir encaixar uma boa bola ou de resolver na angustiante disputa de pênaltis.

Para agravar a nossa triste situação, temos uma seleção brasileira que não está acostumada a jogar em casa. Não está habituada a ser cobrada. Nossos jogadores não atuam aqui, todos jogam fora do país. Podemos excetuar aí o atacante Fred, mais cobrado entre todos. Mas Fred é o protagonista do Fluminense e tem a torcida quase sempre ao seu lado.

Fred, por sua vez, não tem tanta culpa quanto parece. O que o jogador apresentou na Copa do Mundo foi muito similar ao que apresentou na Copa das Confederações. O problema foi que o time jogou diferente e não conseguiu dar ao atacante as oportunidades de gol. Não penso que ele seja o melhor dos centroavantes mas não temos ninguém melhor do que ele para essa posição no momento. O futebol brasileiro deixou de produzir atacantes de qualidade, se adequando ao estilo europeu de caneleiros que sabem colocar a bola para dentro.

Desde sempre temos a certeza apenas de uma coisa. Não sabemos perder. Nós, brasileiros, buscamos sempre uma desculpa, uma possível explicação ou um culpado para justificar as nossas derrotas em tudo. Se não temos uma boa política, a culpa é da ditadura. Se não somos uma nação desenvolvida, a culpa é dos portugueses. Sempre nos isentamos das responsabilidades. O problema é que, depois de ontem, com o 7 x 1 alemão no Mineirão, não é possível encontrar nenhuma explicação. Estamos órfãos de algum culpado. O árbitro não foi ordinário e não foi responsável por nenhum dos gols do adversário. Não tivemos nenhum gol ou lance de pênalti ignorado pela arbitragem. E mesmo que tivéssemos, não teria mudado em nada o resultado final do jogo.

Perdemos. Fomos humilhados. Mas não temos ninguém a culpar e não temos como explicar. A explicação, na verdade, é a mais dura possível. Precisamos trabalhar mais. Precisamos de mais entrega, precisamos melhorar o nível do nosso futebol. Nossos clubes atolados em dívidas só pensam em criar jogadores para vender para a Ucrânia, para a Arábia, para a Rússia, o Japão. Não temos mais um futebol forte.

Por um lado foi boa essa derrota. Aprendemos que temos que resolver na bola e temos que ser humildes. Isentamos agora Barbosa e outros tantos que sofreram em 1950. Eles perderam, assim como esses de agora perderam, porque no futebol alguém tem que perder.

Rapidinhas:
  • É com pesar que ontem vi torcedores rubro-negros celebrando a vitória da Alemanha. Esses justificam que torceram porque a camisa era vermelho e preta e era uma homenagem (Marketing) ao Flamengo. Desculpa mas acho tão mesquinho isso que não muito a dizer...
  • Felipão ser demitido não muda nada. A ideia de continuidade nessa seleção era para ser mais importante. Felipão está longe de ser um técnico ruim. Ontem não teve um bom dia e não escalou bem. Acredito que quem vier deve ficar a frente desse time até o final da próxima copa.
  • Uma copa no Brasil sem a seleção jogando no Maracanã é algo simplesmente ridículo. Demonstro minha revolta pela organização não ter colocado um dos jogos da primeira fase dentro do Maracanã.
  • Não adianta agora montar uma seleção para ficar fazendo excursão na Europa, na África ou nos Estados Unidos. Temos 12 estádios belíssimos para serem utilizados. Espero sinceramente que nossos dirigentes aproximem de vez essa seleção de seu povo e tragam os amistosos preparatórios para cá e os jogos das eliminatórias de copa para o Maracanã também (duvido muito!!)

sexta-feira, 16 de maio de 2014

"O FUTEBOL REALMENTE É UMA BENÇÃO"



O nosso futebol realmente não é mais o mesmo. Não sei o porque o pessoal anda tão surpreso com a péssima campanha dos clubes brasileiros na Copa libertadores 2014. Tudo começou com queda de qualidade dos nossos times. Além do fato que a habilidade e a terem perdido espaço para a força física e a retranca existe outros fatores que me deixam preocupados com as escolhas de times que nossos futuros torcedores irão fazer.

Nos últimos campeonatos nacionais, tivemos “craques” muito mais do que limitados. Basta o sujeito fazer três ou quatro embaixadinhas, mais de um gol em uma equipe limitada ou jogue bem meia dúzia de jogos que já o confere esta alcunha...Imagino como devem ficar Tostão, Gerson, Zico, R. Dinamite, Rivelino, Romário, Edmundo, Falcão entre outras feras quando assistem o momento atual?
 Tenho certeza de que o pessoal que gosta de futebol bem jogado ficam preocupados com isso.

Jogadores que não deram certo fora do país retornam com status de “fora de serie” ou como se costuma falar nos dias de hoje “diferenciado”. Foi assim com o limitado Alan Kardec (que chegou a ser disputado por grandes clubes até acertar com o SPFC e hoje esta na lista de espera da seleção!), Luis Fabiano (na hora que o “bicho pega” sempre faz uma merda), Ganso (na minha opinião trata-se de mais uma “eterna promessa”) e os menos famosos como: Fellipe Bastos (mais notado pelas dancinhas do que por seu futebol), Souza, André Lima, que entre tantos outros iludem/irritam o imaginário do torcedor.

 Nos últimos anos, o que era uma obrigação virou motivo de comemoração e orgulho entre os dirigentes: pagar o salário do mês em dia. Parece piada quando o cartola anuncia que pagou o mês na data certa com ar de que esta fazendo uma gentileza e não uma obrigação com os profissionais. E para piorar, jogadores medianos e medíocres começaram a assinar acordos com valores absurdamente altos para tão pouco futebol.

Não sei aonde nossos clubes irão parar. O amadorismo ainda resiste com muita força nos nossos clubes e ainda não vejo uma solução definitiva. Só nos resta torcer para que as coisas melhorem. Quem sabe com a chegada da copa isso mude? Sonhar não custa quase nada. E é por essa e por outras que o “futebol é uma benção”.



PAPO RETO COM O SERGINHO:

1) A maior prova do baixo nível técnico da atual edição da Copa Libertadores está no fato de que dos quatro semifinalistas, apenas um, o San Lorenzo, é grande realmente. Bolívar, Defensor e Nacional terão que jogar muito para que possam fazer uma final de zebras este ano;

2)  O TEMPO VOA: Este ano completamos 20 anos da conquista da Copa do Mundo de 1994. Muito obrigado Romário, Bebeto e cia. Uma das poucas copas que valeu a pena torcer!

3) LIÇÃO: Cristóvão Borges está fazendo um bom início de trabalho no Fluminense. Prova que tem evoluído e que parte das criticas que recebeu em São Januário serviram de lição;

4) PRIMEIROS FAVORITOS: O campeonato está apenas no começo, mas alguém duvida que o trio catarinense vai brigar até a ultima rodada para não cair ?


quinta-feira, 24 de abril de 2014

COLUNISTA CONVIDADO- O Imbróglio Tricolor


Mais uma novidade que o Blog "Turma da Arquibancada" trás para nossos amigos e leitores: "Colunista Convidado" que estreia com o amigo Rafael Esequiel  mandando o seu recado sobre o seu querido Fluminense F.C. Vale e muito uma lida !


Olá,
Atendendo um pedido do amigo Sérgio Henrique é com muito prazer que venho escrever e participar pela primeira vez do Blog “Turma da Arquibancada”.
                                          FONTE: www.canelada.com.br

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O Imbróglio Tricolor

Imbróglio é um substantivo masculino com origem no italiano imbróglio que significa confusão, embrulhada, trapalhada.

Esta palavra é usada com um sentido pejorativo, indicando uma situação complexa ou complicada. Ex: O jogo de futebol terminou no maior imbróglio.

É isso mesmo....
"O jogo de futebol terminou no maior imbróglio”.

Assim podemos resumir o nosso Fluminense dos últimos tempos, depois de um 2012 arrasador com o campeonato Brasileiro nas mãos tendo a melhor defesa e o melhor ataque, inclusive o artilheiro Fred, o Fluminense conseguiu a façanha de ser o primeiro clube campeão e rebaixado no ano seguinte da competição.

Mas eu disse REBAIXADO??

Ai começa O Imbróglio Tricolor...
Entre Viradas, Tapetes e recursos o tricolor das laranjeiras permaneceu na serie A do Campeonato Brasileiro vide flamengo/portuguesa e uma confusão generalizada afetou o futebol brasileiro e principalmente tricolor! feio isso mas...

Então vejamos os fatos:

Um presidente que foi indicado pelo patrocinador e eleito até hoje pelo seu segundo mandato, não consegue assumir o controle do clube e está sempre pondo em cheque suas decisões e atitudes, vide os técnicos que entraram em meio a crise e as atitudes das organizadas no clube.

Vamos os técnicos:

Vanderlei Luxemburgo  31/07/2013 — 11/11/2013    
Dorival Júnior  14/11/2013 — 08/12/2013    
Renato Gaúcho  17/01/2014 — 02/04/2014    

Notem as datas desses técnicos no clube, nenhum deles chegou a 6 meses de trabalho, O Senhor Vanderlei Luxemburgo não era unanimidade do presidente e muito menos da torcida, foi um sonho do Patrocinador, abre aspas " SONHO ".

Todos nos sabemos por que, Dorival Júnior o menos pior entre os três aceitou essa loucura suicida, viu o pote de ouro no fim do arco íris e assumiu toda a cagada deixada pelo seu antecessor, assim, quando já estávamos no fundo do poço o Patrocinador novamente joga a cruz pra toda a torcida abraçar de vez e ser feliz! Renato Gaúcho.

Com status de perigo-te das mulheres chegou dizendo que era tudo nosso...

Tipo:

- "Nós vamos brincar no brasileiro" ha, ha, ha.

O cara ficou em segundo lugar no Brasileiro com o Grêmio e nem assim quiseram ficar com ele por lá...
Pelo menos ele trouxe a filha dele aqui pro Rio!

Um time com cinco jogares de nível de Seleção, não consegui ganhar nem o Campeonato Carioca onde na teoria ele seria o clube a ser batido, pois os outros também na teoria não estavam dando importância ao torneio.

CRISE EM CIMA DE CRISE....
IMBROGLIO EM CIMA DE IMBLOGLIO...

Da noite pro dia um raio de luz corta a cabeça do nosso Presidente, que bate de frente com o Patrocinador, de Frente com as organizadas e fala até em comprar ZAGUEIROS!!!!

E assim entramos na era Cristóvão Borges.
Contra tudo e contra todos.

Um técnico que todos querem e poucos têm, um cara que colocou o Vasco e Bahia pra jogar onde poucos conseguiriam, seria possível fazer isso também com imbróglio Fluminense. 

3 jogos
3 Vitórias
11 gols
e 13 Guerreiros....

- pera ai.... 13?
- não sabe contar?

Sim são 13, pois conseguiu trazer novamente a torcida para o jogo, essa torcida que em 2013 viu esse imbróglio Fluminense e que 2014 nos primeiros meses não via solução em mais nada, voltou a acreditar naquele impossível novamente...

É como dizia Nelson Rodrigues:
"E podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fatos".

Hoje vejo uma luz no fim do túnel, vejo uma distribuição tática que não via desde a era Abel Braga em 2012, e o principal: vejo brilho nos olhos dos jogadores e principalmente da torcida.

Dai você pode me falar:
- Aaaa mais só pegou “molezinha” nesses três jogos!

E eu te diria:
- É verdade, mais será que algum desses outros técnicos citados fariam o mesmo?

Bem houve a mudança e a mudança precisava ser feita, se foi acertada ou não só os números e o tempo irão responder, mas por hora está sendo muito bem vinda!

e assim...
Salve O Imbróglio Tricolor!


Desejo sucesso a todos da “Turma da Arquibancada” e prometo que vou tentar falar abertamente de forma criativa sobre o nosso futebol carioca e em especial pelo meu Fluminense.
Então vamos as aventuras futebolísticas que nos aguarda por esse ano.
Saudações Tricolores,
Rafael Esequiel.

domingo, 20 de abril de 2014

OS OUTROS CLÁSSICOS DO BRASIL - “RE-PA”



                                fonte: www.soupapao.com

A rapaziada de hoje em dia pode até não sabe, mas em Belém, capital do Estado do Pará, existe a maior rivalidade do Norte e uma das maiores do Brasil: o clássico “RE-PA” disputado pelo Clube do Remo e o Paysandu Sport Club.

O "PAPÃO" DA CURUZU


                                fonte: www.paysandu.com.br
                                      
O Paysandu nasceu após uma briga interna do Norte Club, por conta  do resultado  de uma partida da Liga. O clube realizava uma boa campanha e precisava vencer o Guarany para forçar uma partida extra com o Grupo do Remo. Após o empate em 1 a 1, os integrantes do Norte Club, inconformados, solicitaram à Liga Paraense de Foot-Ball a anulação da partida, devido a diversas irregularidades que julgou improcedente o recurso. A decisão não agradou nem um pouco aos integrantes do Norte Club, que decidiram então criar um movimento, sob a liderança de Hugo Manoel de Abreu Leão, para a fundação de uma nova agremiação, mais forte, para poder enfrentar em igualdade de condições os seus adversários.  Em 02 de fevereiro de 1914 o Paysandu é fundado oficialmente.
O clube é conhecido pela expressão “Papão da Curuzu”, criada no ano de 1948 pelo jornalista Everardo Guilhon,. Em uma de suas crônicas, Guilhon explicou que quando era criança, sua mãe, ao botá-lo na cama, amedrontava-o, dizendo: “dorme logo, pois lá vem o bicho-papão!”. O jornalista associou esse fato à grande equipe que o Paysandu possuía na época que metia medo em seus adversários, escrevendo a seguinte manchete no jornal A Vanguarda: “Hoje treina o bicho-papão”. Não demorou muito para o apelido se familiarizar entre os torcedores. A mascote é representada por um lobo, vestindo o uniforme oficial do clube, segurando uma bola de futebol na mão esquerda e fazendo um sinal de “beleza” na mão direita.O Clube atualmente é o maior vencedor do estado com 45 campeonatos paranaenses, 2 brasileiros da série B e uma copa do campeões em sua vasta galeria de troféus. Além de uma boa campanha na Copa Libertadores da América de 2003. Entre os seus maiores ídolos nós temos:  Carlos Germano, Edil “Highlander”, “Robgol”, Iarley, Cacetão, Cacaio, Vandick, Vélber, Sandro Goiano, Quarentinha, etc. 


O “LEÃO AZUL” 


                               fonte: www.osgeraldinos.com.br

O clube nasceu Grupo de Remo, em 05 de fevereiro de 1905, surgiu em um momento de grandes transformações em Belém. Originalmente, o Leão nasceu voltado para a prática do remo, esporte muito praticado principalmente da elite paraense no início do século 20, fazendo com que a agremiação tornar-se a preferência clubística entre as famílias dos chamados “barões da borracha”.A capital paraense vivia um  período marcado por um intenso desenvolvimento da cidade graças às reformas que o prefeito Antônio Lemos, proporcionadas através da grande riqueza gerada pelo Ciclo da Borracha. Foi nessa época, mais precisamente em 1905, que sete rapazes (Victor Engelhard, Raul Engelhard, José Henrique Danin, Eduardo Cruz, Vasco Abreu, Eugênio Soares e Narciso Borges) tiveram a ideia de criar uma nova agremiação náutica, após desentendimentos com outros atletas do Sport Club do Pará, momentos antes da realização de uma regata, provocando a saída desses remadores. Os dissidentes logo ganharam força com o apoio de outros desportistas e fundaram no dia 5 de fevereiro de 1905 o Grupo do Remo. O nome foi sugestão de Raul Engelhard, adaptado de Rowing Club, um clube inglês que conheceu quando estudara na Europa. Em reunião da Assembléia Geral, realizada no dia 14 de fevereiro de 1908, A data de 15 de agosto foi escolhida para marcar a inauguração oficial do novo clube, como forma de prestar homenagem à adesão do Pará à Independência do Brasil. Em 1913 foi criado o departamento de futebol azulino na época em que o clube ainda era chamado de Grupo do Remo. O time foi sendo formado aos poucos com os concursos de atletas vindos de outros clubes, dentre eles o Sport Club do Pará e a União Sportiva, bicampeão estadual (1908 e 1910).
O clube possui 42 títulos estaduais, 1 série C do Campeonato Brasileiro,  1 Copa Norte-Nordeste, 3 copas Norte. Entre os seus maiores ídolos nós temos: Clemer (goleiro multi-campeão no S.C. Internacional), Giovanni, Véliz, Belterra, Chico Monte Alegre, Marquinhos Belém, Nelinho, Rosemiro,  Marinheiro, Rubilar entre outros.

O CLÁSSICO

 
                                         fonte: www.remo100porcento.com.br

O confronto também é conhecido como o Clássico Rei da Amazônia, já que envolve as duas maiores forças do futebol da Região Norte do Brasil. Provavelmente é o clássico mais disputado do futebol mundial com mais de 700 partidas realizadas. Além de terem as maiores torcidas da região, os jogos entre Remo e Paysandu são conhecidos e admirados pelos grandes públicos mesmo quando os times não atravessam boa fase.

Segundo dados do jornalista Ferreira da Costa, autor dos livros "A História do Clássico Re x Pa" e "Remo x Paysandu - O Clássico mais disputado do futebol mundial - 700 jogos", fornecidos ao jornal O Liberal em 2014 e atualizados a partir de então, o clássico tem as seguintes estatísticas gerais:
  • Jogos: 724
  • Vitórias do Remo: 252
  • Empates: 246
  • Vitórias do Paysandu: 226
  • Total de gols: 1 864
  • Gols do Remo: 935
  • Gols do Paysandu: 929
CURIOSIDADES

- Maior goleada do Paysandu: 7 a 0 em 26 de julho de 1945. Maior goleada do Remo: 7 a 2 em 1939;
- Maiores artilheiros do clássico: Hélio (Paysandu): 47 gols, Itaguary (Remo/Paysandu): 30 gols, Quarenta (Paysandu) e Cacetão (Paysandu): 28 gols, Bené (Paysandu): 26 gols, Quiba (Remo): 24 gols, Carlos Alberto (Paysandu): 23 gols, Jaime (Remo/Paysandu): 22 gols, Farias (Paysandu) e Jeju (Remo/Paysandu): 21 gols e Santo Antônio (Remo): 19 gols;

- Maior invencibilidade do Remo: 33 jogos, de 31 de janeiro de 1993 a 7 de maio de 1997. Maior invencibilidade do Paysandu: 13 jogos, de 29 de janeiro de 1970 a 9 de dezembro de 1970.









domingo, 13 de abril de 2014

Por duas polegadas

Eu não levava fé.
A fé me faltou ainda mais quando vi a escalação inicial do Vasco. Um time que precisa erguer uma taça não pode entrar em campo com a escolta de 8000 volantes. Descontando as boas atuações defensivas de Guiñazu, Fellipe Bastos e Pedro Ken, Adilson Batista tinha que dar opções para agredir o adversário em seu campo de defesa. A melhor opção para o lugar do lesionado Everton Costa ficaria entre Bernardo e Montoya. Só o comandante vascaíno não enxergou o óbvio. Batista resolveu entrar com o velocista William Barbio, um jogador que tem apenas a velocidade como característica e esquece da bola quando corre. Não entendo. Para acabar de completar, Edmilson, uma das gratas surpresas vascaínas no carioca, se contundiu antes do apito inicial. Tragédia anunciada.
Por conta do resultado de quarta contra o Leon, o Flamengo entrou com a responsabilidade de fazer valer os vinte e cinco anos de supremacia em relação ao Vasco. A cultura imediatista do futebol e o amadorismo dos dirigentes pediriam algumas cabeças se o resultado fosse negativo. Jayme possivelmente puxaria essa barca com alguns nomes que serviriam de exemplo. Os jogadores rubro-negros entraram na faca nos dentes no início de jogo. Não foram superiores ao time cruzmaltino, que dominou boa parte das ações na primeira etapa, mas exibiram muita vontade.
Apesar de a melhor chance ter sido do Flamengo, o primeiro tempo foi bastante equilibrado. Não houve o lance extremo que fizesse o torcedor quebrar coisas de casa ou xingar o desafortunado que a desperdiçou.
O jogo só começou a tomar ares de decisão nas bisonhas expulsões de André Rocha e Chicão. A partir daí, Vasco e Flamengo tiveram que ajustar posicionamentos ou fazer substituições. E o jogo ficou bem melhor.
O Flamengo saiu perdendo bastante com a saída forçada do veterano zagueiro. Coube ao Vasco somente uma mudança de posicionamento de Fellipe Bastos. O Erazo o substituiu e quase determina diretamente números finais à partida. Foi o equatoriano que cometeu o pênalti sofrido por Pedro Ken e convertido por Douglas. Aliás, o meia Douglas fez uma partida bem aquém do que se espera como principal contratação do time. Perdeu bolas fáceis, não conseguiu dar continuidade aos contra-ataques e foi dominado por Amaral na maior parte do tempo.
A predileção por volantes do comandante vascaíno derrubou o Vasco. Ao invés de tentar prender a bola no campo adversário, no momento crucial, Adilson sacou o garoto Thalles e colocou o truculento Aranda em campo. Prato cheio para os deslocamentos de Paulinho e Everton. Deu no que deu. Após um escanteio conquistado, aos quarenta e cinco do segundo tempo, o Flamengo chegou ao empate. É verdade que Márcio Araújo estava adiantado. É verdade que se Rodrigo, que havia saído contundido após um choque com um jogador adversário, estivesse na área as chances de corte seriam imensas. No entanto, um "se" não levanta taças e nem consagra heróis. Vide as histórias de Cruijff, Zico e Puskas nas copas que disputaram. Apesar da minha descrença, o Vasco conseguiu se impor diante de um Flamengo, que apesar de igualmente limitado, como a maioria dos clubes brasileiros, tem um melhor material humano atualmente.
A derrota vascaína chega como o mito da derrota da miss Martha Rocha para a americana Miriam Stevenson, em 1954: foi apenas por duas polegadas. 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

NOMES DOS ESTÁDIOS- PARTE 1

Para aqueles, que assim como eu, tem curiosidade em saber quem são os homenageados que recebem o seus nomes em nossos estádios pelo Brasil, nosso blog fez uma lista com alguns dos nomes e matar a nossa curiosidade:

Estádio  Mário Filho, o “Maracanã” ( Governo do Estado do Rio de Janeiro)- Jornalista, entusiasta do futebol, pernambucano radicado no Rio de Janeiro e irmão do escritor Nelson Rodrigues;




Estádio José Pinheiro Borda, o famoso “Beira-Rio (S.C. Internacional)-   Foi um cidadão 
português que comandou a Comissão de Obras do estádio;


Estádio Governador Magalhães Pinto, o “Mineirão” ( Federação Mineira de Futebol) – Ex-governador do Estado de Minas Gerais;


Estádio  Cícero Pompeu de Toledo, o “Morumbi” ( São Paulo F.C.)-  Dirigente esportivo brasileiro das décadas de 1940 e 1950. É considerado o Presidente de Honra do São Paulo F.C. (eterno presidente);

Estádio Paulo Machado de Carvalho, “Pacaembu” ( Prefeitura de São Paulo)-  Conhecido nacionalmente com o título de Marechal da Vitória, por ter sido o chefe da delegação brasileira em duas Copas do Mundo. É considerado o maior responsável "fora de campo" pelas conquistas das Copas do Mundo de 1958 e de 1962; por conta disso, o Estádio do Pacaembu, em São Paulo é batizado oficialmente em sua homenagem;

Estádio Urbano Caldeira, a “Vila Belmiro” ( Santos F.C.)- Jogador, torcedor, vice-presidente e até jardineiro da Vila Belmiro;

Estádio Antônio Couto Pereira, “Alto da Glória” ( Coritiba F.C.) – Militar, deputado e por diversas vezes presidente do clube. Foi ele quem iniciou a construção do estádio que leva o seu nome.;



Estádio  Doutor Osvaldo Teixeira Duarte, o “Canindé” ( Portuguesa de Desportos)-  Presidente do Clube no ano de 1972, ano que foi inaugurado o primeiro anel do Canindé;


Estádio Heriberto Hülse ( Criciuma E.C.)-  Nome em homenagem  ao Ex-Governador do Estado de Santa Catarina;

Estádio Moisés Lucarelli, o “Majestoso” ( A.A. Ponte Preta) – Comprador do terreno do estádio além de apaixonado torcedor ,  conselheiro e cobrador da Ponte Preta. Quando surgiu a idéia da construção do Estádio, foi logo responsável pela campanha junto a comunidade para a realização da tão sonhada obra. Arregaçou as mangas, pediu apoio  da fanática torcida e iniciou o trabalho;


Estádio Aniceto Moscoso, “Conselheiro Galvão” ( Madureira E.C.) – Proprietário do terreno doado ao clube para  construção do novo estádio em substituição ao antigo;

Estádio Durival Britto, a “Vila Capanema” (Paraná Clube)- Foi diretor-superintendente da RVPSC.  Sobre sua administração, Durival Britto e Silva construiu o estádio de futebol do Clube Atlético Ferroviário (um dos clubes “ancestrais” do Paraná Clube) na Vila Capanema;


Estádio Antônio Mourão Vieira Filho, “Rua Bariri” (Olaria A.C.) - Professor e Político da região;


Estádio Conde Rodolfo Crespi, “Rua Javari” ( C.A. Juventus-SP)-  Foi  imigrante italiano radicado em São Paulo, onde construiu um dos maiores grupos industriais do Brasil da primeira metade do século XX. Em uma de suas empresas nasceu o Clube Atlético Juventus, clube de futebol paulistano;



 PAPO RETO COM O SERGINHO:

- Quem é o padrinho do limitadíssimo Wellington Paulista?
- Qual será o próximo capitulo do STJD?  
- Atlético-PR: Um "quase grande" do futebol brasileiro.

- Renuncie Dinamite !!!
 



segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

DINAMITE "EXPLODIU" O VASCO




Começo a escrever a coluna de hoje faltando uma rodada para que o campeonato chegue ao seu final. E para não ficar parecendo que estou “copiando” a opinião dos outros e com o clube ficando, o que é sua obrigação, ou não na primeira divisão do Campeonato Brasileiro não irão mudar todos absurdos que o “presidente” e sua “diretoria” tem feito com o C.R. VascodaGama.


1) Se o campeonato estadual do Rio de Janeiro já não aponta o seu campeão como um dos favoritos a grandes conquistas em campeonatos nacionais ou internacionais, imaginem então um clube que veio tropeçando ao longo dele então? Derrotas para times como Nova Iguaçu, Madureira, Volta Redonda entre outros já deveriam ter alertado aos “dirigentes” que o clube precisava, e muito, de reforços. Mas como “prêmio” pelo péssimo desempenho no campeonato estadual, a base foi mantida e foi reforçada por refugos de grandes clubes, jogadores recém saído dos juniores, “promessas” que nunca deram certo em time algum e veteranos de qualidade para lá de duvidosa;

2) Falta de água, falta de luz, abandono do parque aquático, construção de poços artesanais. Todo e qualquer problema que vem acontecendo no clube era sempre da “herança maldita” deixada pelo o presidente anterior. Já se passaram cinco ANOS e o clube aumentou suas receitas, vendeu jogadores, voltou a ter patrocinadores e ainda assim atrasam salários, trazem jogadores em troca de sabe-se lá o que, deixam funcionários humildes sem receber vários meses e tudo que acontece é sempre culpa do que passou? Onde ficou o planejamento profissional? Cadê a “fila de patrocinadores?”

3) Chegamos ao campeonato brasileiro e a lição do péssimo desempenho do estadual não foi aprendida e o clube entra para a disputa do campeonato deixando a torcida já receosa com as péssimas atuações de seu trio de goleiros (me recuso a citar o nome deles), Cris, Reginaldo (péssimo), Pedro Ken (nem em pelada pode ser o dono da camisa 10), Tenório (joga uma partida e fica 15 de fora por conta de contusão), Johncley (como alguém com tão pouca idade pode ser tão lento e sem objetividade me faz perguntar:quem é o padrinho dele?), Robinho ( seu amigo, Dedé, pediu seu retorno. Pq não o levou para Minas Gerais também?), André Marques ( péssimo zagueiro que sabe-se lá como foi parar no Vasco). Jogadores que estão mais preocupados com as noitadas (Bernardo, André e Rafael Vaz principalmente) entre outros refugos de clubes. Eles já tinham dificuldades de jogar em equipes bem montadas e estruturadas, imaginem em um time que já veio ruim desde inicio do ano?

4) Se aquela velha máxima de que “um bom time começa por um bom goleiro” é melhor esquecer dela em São Januário. Os três jogadores da posição, os quais eu me recuso a citar os nomes, conseguiram ser péssimos em praticamente toda a temporada. Devido aos seus erros, o time deixou pelo caminho pelo menos uns 13 pontos ao longo da competição e com algumas das falhas sendo mais bisonhas do que em peladas de amigos. Carlos Germano pode ter sido ídolo, mas como treinador de goleiros é péssimo, pois além de não ter melhorado em NADA nenhum deles, os “bancou” por toda a temporada. Já deveria ter sido demitido faz tempo;

5) Antes da chegada de Adílson Batista, o clube teve outros três técnicos no comando do elenco (Gaúcho, Autuori, Dorival Junior) e NENHUM deles conseguiu dar um padrão de jogo para o time, sem falar que cometeram erros bem parecidos ao longo desta fatídica temporada...

6) O “sócio torcedor” funciona de forma precária. Enquanto a empresa parceira já quitou a sua parte para a confecção das carteiras, o Clube está desde Março sem pagar a sua e deixando alguns milhares de torcedores sem a sua;

7) O que dizer então dos “aliados”? Um grupo de pessoas que se diziam influentes e bem preparados que na primeira oportunidade “abandonaram o barco” e foram criar mais um grupo de oposição. Pareciam crianças mimadas que não aceitam ouvir um “não” dos pais e sai “batendo o pé e fazendo beicinho” com raiva. Enquanto lá estiveram nada de bom fizeram.


Roberto Dinamite: De esperança para dias melhores, passou a ser um sinônimo de incompetência, marketing negativo, conchavos/troca de favores, despreparo e falta de credibilidade.  Com certeza não irá vencer as próximas eleições e ainda por cima destruiu definitivamente a sua imagem de ídolo maior da torcida.  E que em 2014 as lições sejam assimiladas para que nunca mais se repitam.




PAPO RETO COM O SERGINHO:


- A situação no Vasco anda tão ruim que Bernardo, um jogador indisciplinado e “baladeiro” profissional, se tornou a esperança de uma reviravolta neste final de campeonato; 

- Sim, Roberto Dinamite é um PÉSSIMO presidente. Mesmo assim eu não acho que uma volta do Eurico Miranda irá resolver os problemas do clube;

- Falar abertamente da “mala branca” é assumir nas entre linhas que existe sim a tão falada “mala preta”;

- Dói o coração ver o Pedro Ken jogando com a histórica camisa 10 do clube;

- O que fizeram: Nei, Johncley, Montoya, Reginaldo, Tenório, Francismar, Michel Alves, Diego Silva, Alessandro, Cris e mais uns seis com a camisa do Vasco?



domingo, 1 de dezembro de 2013

LENDAS DO FUTEBOL BRASILEIRO

                                   



Não importa quando nem contra quem, o futebol ajuda a criar uma série de lendas.



”A TORCIDA GANHA JOGO/CAMPEONATO” – O que ganha as partidas são a técnica e a vontade dos jogadores. Esse “papo furado” de que “vai no grito da torcida” não condiz com a realidade. Se fosse assim, o Brasil não teria perdido para o Uruguai em 1950 e nem alguns grandes clubes teriam perdido, ou deixado de vencer, partidas importantes com a “casa cheia” em seu favor...

”TEM COISAS QUE SÓ ACONTECEM COM...” -Acontece com ele da mesma forma que acontece com qualquer outro! Não adianta colocar a culpa de uma derrota ou da perda de um título na supertição. Não foi ela quem contratou o elenco, escalou o time e nem fez as jogadas;

“O TÉCNICO ESTÁ PRESTIGIADO” -  Sempre quando algum dirigente de um clube pronuncia esta frase é certo que o técnico não está em seu melhor momento junto ao elenco. É uma forma de ganharem tempo e consultarem os nomes disponíveis no mercado;

”VAZOU NA INTERNET” – Alguém realmente acredita que as camisas que sempre “vazam” na grande rede foi realmente algum grande furo jornalístico? Parece mais um tipo de pesquisa para saber como será a aceitação para a nova camisa ou uma espécie de preparo para o torcedor já começar a se acostumar com as diferenças;


”DEIXOU CHEGAR...”- Essa é a pior e mais sem nexo. Até por que se o time chegou teve competência para tal e eu acho difícil algum adversário facilitar essa chegada. Sendo que muitas vezes que chegam, nem sempre vencem com a frequência que deixam a entender. Trata-se mais de uma “promoção”, o famoso “oba oba”, da imprensa para mobilizar a atenção de todos, assim vendendo jornais, aumentar acessos na internet e audiência na TV;

“NÃO ESTAMOS NEGOCIANDO COM NINGUÉM” – Estão sim. Só não anunciam por medo da negociação emperrar ou por não reconhecer que perdeu a "disputa" para algum rival;

”TIME DE GUERREIROS” – Jogador de futebol é a melhor profissão do mundo: recebe uma fortuna, faz o que gosta, tem tudo do bom e do melhor. Correr, se esforçar, lutar, vontade e profissionalismo não são mais que obrigação dos jogadores !

“SEMPRE VICE” –  Na falta de competência, só resta “secar” o rival e torcer pela derrota. Sendo assim o incompetente que ficou de fora antes age como se fosse melhor. Tipo o clube que ficou em quinto zoar quem ficou em segundo. Outra forma de ver é nas famosas estatísticas de conquistas. E para o espanto de alguns, o maior vice é outro...


PAPO RETO COM O SERGINHO:


1) É serio esse papo que tem clube oferecendo "mala branca" para o Náutico ?

2) Éverton Ribeiro ter sido eleito o craque do campeonato foi uma "barbada" não acham?

3) Walter é muito habilidoso e bom de bola. Imaginem se ele tivesse um comportamento de atleta o quanto a mais ele poderia render ?