E finalmente o que temíamos aconteceu: para que Adilson
Batista fosse embora seria preciso algo vergonhoso e ainda mais inaceitável
fosse preciso acontecer: Ser goleado para também limitado Avaí por sonoros 5x0.
Poderíamos ficar aqui dias levantando questionamentos pelos motivos que levaram
o técnico à não conseguir fazer o time convencer desde que assumiu, mas alguns
pontos não se podem deixar passar:
- Ou escala mal ou mexe ainda pior no time. Não foram poucas às vezes que foi possível ver o que um jogador atuando fora de sua posição (atacantes jogando pelos lados, zagueiros atuando de lateral ou até volantes armando jogada) o que atrapalha ainda mais o já limitado elenco. Isso sem falar das trocas estapafúrdias que em diversos jogos atrapalharam o rendimento da equipe ( como gostava de deixar jogador que estava mal tecnicamente e tirar quem estava atuando pelo menos de forma correta...);
- Ou escala mal ou mexe ainda pior no time. Não foram poucas às vezes que foi possível ver o que um jogador atuando fora de sua posição (atacantes jogando pelos lados, zagueiros atuando de lateral ou até volantes armando jogada) o que atrapalha ainda mais o já limitado elenco. Isso sem falar das trocas estapafúrdias que em diversos jogos atrapalharam o rendimento da equipe ( como gostava de deixar jogador que estava mal tecnicamente e tirar quem estava atuando pelo menos de forma correta...);
- Sabemos que existem jogadores que são protegidos ou
apadrinhados por algum empresário ou dirigente, só que permitir ou ser
conivente que em seu elenco jogadores como Diogo Silva, John Cley, Biteco,
Marlon, André Rocha, Lucas Crispin, Pedro Ken entre outras aberrações é saber
que vai trabalhar no limite o tempo todo. Falta além de talento, vontade e raça
nestes citados “jogadores”. E como “prêmio” pela mediocridade que sempre apresentam, o ex-técnico sempre
fazia questão de os utilizar...e o pior: NUNCA deram um retorno positivo nas
diversas vezes que em campo estavam;
- Faltou padrão tático. Por diversas vezes o time era um
amontoado ou um bando. Não foram poucas partidas as quais o time até iniciava
jogando bem e após conseguir fazer o gol passava a se defender como um time
pequeno. Por diversas vezes o castigo veio sofrendo empate ou viradas em jogos
que eram possíveis de terem sido vencidos. Inclua isso ao excesso de mudanças
que o time sempre tinha na formação dos 11 titulares que dá para ter uma noção
exata do quanto ele era enrolado;
- Adilson passou em clubes como Cruzeiro, São Paulo, Santos,
Figueirense, Grêmio entre tantos outros. Mas em nenhum deles os torcedores
sentem saudades ou lembram de algo positivo que ele tenha deixado.
É possível afirmar que um técnico tão
limitado e conservador nunca terá um grande futuro nos times grandes do país.
Falta a ele noção de tática e planejamento, condições essenciais para um bom
treinador de futebol. Adeus, Adilson Batista. Até nunca mais!
PAPO RETO COM O SERGINHO :
1) Alguém achou mesmo que o Juninho
Pernambucano iria aceitar ser técnico do Vasco ainda mais com todo este clima
eleitoral que temos em São Januário? Além da falta de preparo para ser técnico,
assumir responsabilidade nunca foi o forte dele;
2) Cai algum técnico no Rio de Janeiro e lá
vem Joel Santana se oferecendo para ser o “salvador da pátria” do momento. Depois
fica no máximo até o estadual do ano
seguinte;
3) Se Roberto Dinamite for eleito deputado
estadual, o torcedor vascaíno vai passar definitivamente o seu atestado de
burro. Não deixar que um dos deputados mais ausentes se mantenha na alerj é mais uma forma de mostrar a insatisfação;
4) Se o Douglas tivesse a vontade do Guiñazu
ou o argentino a habilidade do camisa 10, ambos seriam jogadores de nível Barcelona;
5) A coluna de hoje contou com a colaboração
do meu amigo e compadre José Roberto Rodrigues.