sábado, 8 de julho de 2017

"O horror em São Januário"

 
 Mandar jogos em São Januário contra o maior rival é, no mínimo, sinal de pouco juízo. Há uma situação atual que não é nada favorável ao atual comando. O coronelismo de outrora já não tem tantos adeptos. O Coronel Miranda devia ter o cuidado de se observar os estragos em caso de resultado adverso.
  Por outro lado, os torcedores, ainda que o time não seja primor, deveriam ter o cuidado de pensar antes de agir. São Januário tem sido a arma do Vasco para tirar pontos de times mais fracos ou parelhos. Sim, amiguinhos, temos uns dez times - ou mais - que nos superam em elenco e técnica. Perder o estádio por um longo período só oferece mais possibilidades para o vislumbre de uma série B. Fora de casa, o objetivo é passar o campeonato de pires na mão, à espera de pontos que caiam no chão ou que sejam doados. 
E outra questão tão relevante quanto as anteriores: o Vasco também vai jogar no Ninho do Urubu. E o vento que venta lá também venta cá. Algumas lições ainda não foram aprendidas depois de tombos tão feios e sofridos.

2 comentários:

  1. O "pior" de tudo é perceber que os vascaínos mais fanáticos perderam a razão, e sem perceber deram IBOPE super positivo para o arquirrival, que ganhou muito mais do que um jogo, mas a moral com placar de 10x0.De quê adianta ter estádio, se corre o risco de não usá-lo? Muitos times como Guarani, Ponte Preta, América/RJ, Portuguesa/SP, Coritiba, Fluminense e pasmem, o próprio Flamengo adorariam ter um estádio como o do São Januário para ganhar dinheiro e saber usá-lo. Perdoem me os vascaínos pela sinceridade: Adeus, Vasco! Rumo à Série B, mas do estadual do Rio de janeiro.

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  2. Sem duvida Andre isso e uma grande responsabilidade,e as consequências,são mas vidas perdidas e transtornos aos moradores que vivem ao redor que ,quando ocorre eventos como esses,sabem que o melhor e não sair de casa para se previnir de desabores ainda maiores.Marcelo

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